Uma mulher acende o lume de manhã e toda a casa se expande
até surgir uma outra paisagem.
Unem-se as suas mãos terrosas numa suplica de água. Alguma
coisa rompe no seu ventre um filho, quem sabe, uma tempes-
tade.
No ombro do vento, adormece. Uma mulher cansada adormece.
Manuela Parreira da Silva

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