quarta-feira, setembro 27, 2006





sexta-feira, setembro 22, 2006




Mark Rothko
Barra violeta, 1957

quinta-feira, setembro 21, 2006





quinta-feira, setembro 14, 2006



terça-feira, setembro 12, 2006



La nuit n’est jamais complète
Il y a toujours puisque je le dis
Puisque je l’affirme
Au bout du chagrin une fenêtre ouverte
Une fenêtre éclairée


Paul Éluard


quarta-feira, agosto 30, 2006





quarta-feira, agosto 16, 2006





quarta-feira, agosto 09, 2006

sexta-feira, julho 28, 2006



Caixas e Sacos




Quanto maior é a caixa mais leva.
As caixas vazias levam tanto como as cabeças vazias.
Muitas caixinhas vazias que se deitam numa grande caixa vazia, enchem-na toda.
Uma caixa meio-vazia diz: “Ponham-me mais”.
Uma caixa bastante grande pode conter o mundo.
Os elefantes precisam de grandes caixas para guardar uma dúzia de lenços de assoar para elefantes.
As pulgas dobram os seus lencinhos e arruma-nos com cuidado em caixas de lenços para pulgas.
Os sacos encostam-se uns aos outros e as caixas levantam-se independentes.
As caixas são quadradas e têm cantos, ou então são redondas e têm círculos.
Pode empilhar-se caixa sobre caixa até que tudo venha a baixo.
Empilhe caixa sobre caixa, e a caixa do fundo dirá: “Queira notar que tudo repousa sobre mim”.
Empilhe caixa sobre mim, e a que está em cima perguntará: “É capaz de me dizer qual de nós cai para mais longe quando caímos todas?”
As pessoas-caixa vão à procura de caixas e as pessoas-saco vão à procura de sacos.


Carl Sandburg

segunda-feira, julho 24, 2006





quinta-feira, julho 20, 2006



Middle of Nowhere


sexta-feira, julho 14, 2006

sábado, julho 08, 2006

sexta-feira, julho 07, 2006

quinta-feira, julho 06, 2006

quarta-feira, julho 05, 2006

domingo, julho 02, 2006

sexta-feira, junho 30, 2006



Passas leve…







I

Passas leve,
Levezinha,
Como a minha
Tentação.
Quem me dera
Tão ligeiro
Teu inteiro
Coração…

II

Passas rindo,
Confiada,
Doce fada
Do sertão.
Não te prendam
Nos caminhos
Os espinhos
Da ambição…

III

Vais correndo,
Vão cantando,
Vão saltando,
Brandos ais
Os teus seios
Negros, duros,
Como obscuros
Madrigais…

IV

Os teus olhos
São pecados
Que cuidados
Dão a Deus,
Quem me dera
Confessá-los,
Comungá-los
Com os meus…

V

Sempre humilde,
Sempre obscura,
Que tortura,
Teu viver?
És tão linda,
Tão mimosa,
Negra, goza,
Que és mulher.


Rui de Noronha

terça-feira, junho 27, 2006

I have to smoke
if i want to have hope






Alma Yusuf
 
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