
I want to be old and wise.



| THE river's tent is broken: the last fingers of leaf | |
| Clutch and sink into the wet bank. The wind | |
| Crosses the brown land, unheard. The nymphs are departed. | 175 |
| Sweet Thames, run softly, till I end my song. | |
| The river bears no empty bottles, sandwich papers, | |
| Silk handkerchiefs, cardboard boxes, cigarette ends | |
| Or other testimony of summer nights. The nymphs are departed. | |
| And their friends, the loitering heirs of city directors; | 180 |
| Departed, have left no addresses. | |
| By the waters of Leman I sat down and wept... | |
| Sweet Thames, run softly till I end my song, | |
| Sweet Thames, run softly, for I speak not loud or long. T.S. Eliot, The Waste Land 1922 |


"O pássaro livre cantou:
- Meu amor voemos para o bosque.
O pássaro preso sussurrou:
- Vem cá, e vivamos juntos nesta gaiola.
O pássaro livre respondeu:
- Entre as grades não há espaço para abrir as asas.
- Ah, lamentou o pássaro engaiolado - no céu não saberia onde pousar.
O pássaro livre cantou:
- Amor querido, canta as canções do campo.
O pássaro preso respondeu:
- Fica junto comigo, e eu te ensinarei as palavras dos sábios.
O pássaro da floresta retrucou:
- Não, não! As canções não podem ser ensinadas!
E o pássaro engaiolado gemeu:
- Ai de mim! Eu não conheço as canções do campo.
Entre eles o amor era sem limites, mas eles não podiam voar asa com asa. Olhavam-se através das grades da gaiola, mas em vão desejavam se conhecer. Batiam as asas ansiosamente, e cantavam:
- Chega mais perto, meu amor!
Mas o pássaro livre dizia:
- Não posso! Tenho medo de tua gaiola com portas fechadas.
E o pássaro engaiolado sussurrava:
- Ai de mim! As minhas asas ficaram fracas e morreram."
Rabindranath Tagore
